O blog da redação é um espaço aberto para nossa equipe de jornalismo contar aqui algumas curiosidades que acontecem no mundo da corrida.
Foto: Alexandre Koda/ Webrun
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Quando corremos uma maratona ou até mesmo uma prova mais difícil, milhares de coisas passam nas nossas cabeças. Por isso, o programa americano Late Show, apresentado por David Latterman, mostrou o seguinte quadro após a Maratona de Nova York: o “Top 10” dos pensamentos mais bizarros que surgem durante uma prova!
Quem apresentou o quadro foi o próprio campeão da Maratona de Nova York, Meb Keflezighi. Para os americanos (leve em conta o peculiar senso de humor deles!) os melhores 10 pensamentos de Nova York são:
10 - Staten Island é mais bonita do que imaginava! (A largada da prova acontece nessa ilha).
9 - Boa! O GPS achou uma rota que só tem cinco milhas!
8 - Será que estou experimentando uma loucura de corredor ou é a fumaça do ônibus que me deixou assim?
7 - Será que essa é a linha de chegada ou apenas uma faixa para marcar a cena do crime?
6 - Por que eu posso correr uma maratona em menos tempo do que um jogo do “World Series Game”? (O World Series Game são as finais do campeonato de beisebol e um jogo demora em média quatro horas para acabar!)
5 - Carro!
4 - Que dor de barriga!
3 - Quem é aquele pequeno menino me olhando? Putz é o prefeito Bloomberg (atual prefeito de NY, Michael Bloomberg, que é “baixinho”).
2 – Puxa esqueci de trazer o dinheiro trocado para passar na ponte Verrazano! (A principal ponte da prova tem pedágio para carros).
1 - Tomará que isso aqui tenha sido um Gatorade!
E para nós, brasileiros, o que passa na nossa cabeça ao correr uma São Silvestre, por exemplo, ou então a própria Maratona de Nova York?
Se quiser, veja, logo abaixo, o vídeo do Late Show na íntegra (em inglês).
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Obs.: o primeiro atleta que completou esse mesmo trecho, finalizou os oito quilômetros em 22 minutos.
Obs. 2: Apenas os jornalistas Cássio Politi e Rachel Vargas desceram, de fato, correndo.
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Algumas provas brasileiras estão usando um outro molde de número de peito. Ao invés do tradicional papel com alfinete, alguns organizadores oferecem a camiseta da prova com o número de peito impresso nela. Isso faz com que os corredores usem obrigatoriamente a camiseta daquela competição e com o logo de determinados patrocinadores.
É por isso que muitos treinadores e atletas discutem sobre esse assunto. É justo você correr com uma camiseta da prova ao invés de correr com a camiseta da sua assessoria esportiva ou então poder escolher com qual camiseta quer correr? O assunto é polêmico!
A camiseta, assim como o tênis, é o uniforme básico para a prática da corrida. Por isso, pelo menos na minha opinião, o corredor deve praticar o esporte com aquilo que lhe proporcione conforto e também melhor desempenho. Se a camiseta da prova atingir esses dois itens, por que não correr com ela?
Porém, normalmente as camisetas das provas são feitas em grande escala e com custos reduzidos. Isso significa que o tecido usado, na grande maioria, é inadequado para a prática esportiva e os tamanhos P, M e G variam muito.
Além disso, para os atletas de elite, essa postura adotada por algumas provas é ruim. Geralmente esses atletas possuem patrocinadores que viabilizam treinos e viagens em troca da exposição da marca, feita justamente nos uniformes dos atletas. E sabemos que isso não é nada novo.
Mas por outro lado, a marca patrocinadora da prova também exige um retorno. E ninguém é obrigado a participar de determinada prova. Ou seja, se as regras de uma corrida não agradar, o atleta pode procurar outro evento. É por isso que o assunto se torna polêmico.
E você o que acha sobre as camisetas com o número de peito? Correria com elas numa boa ou não?
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Foto: GRYTR/ Flickr
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Isso é o que podemos chamar da verdadeira corrida para os sedentários. Não é preciso correr e no final ainda ganham prêmios pra lá de “gordinhos”.

Foto: Divulgação
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Marílson ainda não sabe o que fará depois do Mundial. Há possibilidade de fazer outra prova importante, isso se ele estiver bem! Será Nova York? Vamos ver!

Foto: Thiago Padovanni/ Webrun
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Quer saber mais: www.runningday.org
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Acho que nas edições em que a prova era disputada na região do Ibirapuera, o artefato ficava mais distante do pórtico de largada, então o barulho chegava a assustar, mas não o suficiente para alguém ter um ataque do coração. Em 2008 e este ano, com a largada na Avenida Jornalista Roberto Marinho, muita gente quase foi parar dentro do córrego, tamanho o susto no momento do tiro.
Ao chegar no evento, conversei com o pessoal da assessoria de imprensa, e eles ainda brincaram dizendo que desta vez já estariam “vacinados” e não se assustariam, mesma condição que eu imaginei estar. Puro engano. Minutos antes da largada, a minha concentração era tão grande para fazer a foto dos atletas, que mais uma vez o canhão me pegou desprevenido e o coração veio parar na boca.
O que me tranquilizou foi saber que não paguei esse mico sozinho, já que várias pessoas se assustaram, entre elas os staffs e também o pessoal da assessoria. E que venha a prova (e o tiro) do ano que vem.

Foto: Alexandre Koda/ Webrun
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Já nos 10 quilômetros, distância mais "popular", a prova desse ano contará com 7.500 participantes. E restante vai correr os 25km.

Maratona de São Paulo 2008 (Foto: Caetano Barreira)
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Quem disse que piloto de F-1 também não pode praticar outras modalidades? O líder do campeonato Jenson Button, da equipe Brawn, vai participar de uma prova de Triathlon em Londres no dia primeiro de agosto.
Com a sua participação, Button espera arrecadar fundos para uma instituição de caridade. O percurso da prova terá 1,5km da natação, 40km de bike e por fim 10km de corrida. De acordo com o piloto, ele pratica triathlon para ganhar condicionamento físico, que também é necessário para encarar a F-1.
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